Procurador-Geral Acusa EUA de Rapto de Nicolás Maduro e Exige Prova de Vida

 


O Procurador-Geral da Venezuela, Tarek William Saab, acusou formalmente os Estados Unidos de terem raptado o Presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores. A declaração surge após uma madrugada de bombardeamentos aéreos sobre Caracas, numa operação militar coordenada por Washington.

Ataque em Grande Escala e Captura

O Presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou hoje a realização de um “ataque em grande escala” em território venezuelano. Segundo o anúncio oficial, a operação visou a captura do Chefe de Estado venezuelano, que terá sido retirado à força do país para um paradeiro atualmente desconhecido.

Em resposta, o Governo de Caracas:

Denunciou uma “gravíssima agressão militar”.

Decretou imediatamente o estado de excepção em todo o território nacional.

Exigência de Prova de Vida

Num contacto telefónico dramático com o canal estatal VTV, Tarek William Saab responsabilizou diretamente a administração americana pela integridade física do casal presidencial.

“Não peço apenas uma prova de vida do nosso Comandante-Chefe, Nicolás Maduro, e da sua mulher, Cilia Flores. Responsabilizo directamente o Governo dos Estados Unidos da América pelo que possa acontecer ao nosso Presidente”, afirmou Saab.

Apelo Internacional

O Procurador-Geral classificou a incursão como um ataque “vil e cobarde” que resultou na morte de civis inocentes. Saab questionou o silêncio das instituições globais: “Onde estão os organismos internacionais dos direitos humanos? Pronunciem-se em relação a estes ataques cobardes que mataram inocentes”.

Até ao momento, não há informações oficiais sobre para onde Nicolás Maduro foi levado ou qual o seu estado de saúde atual.

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