África do Sul intervém para evitar fecho da Mozal em 2026


A África do Sul manifestou disponibilidade para contribuir na busca de soluções que evitem a paralisação da Mozal, prevista para março de 2026, caso não haja acordo sobre a renovação do contrato de fornecimento de energia pela Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB).

O compromisso foi avançado por Puleng Chaba, chefe-adjunto da Missão Sul-africana em Moçambique, durante um seminário sobre investimento regional, realizado no âmbito da 60.ª edição da Feira Internacional de Maputo, em Marracuene.

Atualmente, a energia consumida pela Mozal é produzida pela HCB, mas comercializada através da Eskom, empresa sul-africana que depois revende à multinacional de alumínio localizada no distrito de Boane, no Parque Industrial de Beluluane.

Com o fim do contrato a aproximar-se, o Governo moçambicano pretende aumentar as tarifas, justificando a medida com os custos de produção. Contudo, a administração da Mozal já alertou que o reajuste tornaria insustentável a operação, levando ao encerramento da fábrica.

A possível suspensão das atividades da Mozal — maior exportadora industrial de Moçambique — levanta sérias preocupações quanto ao impacto económico e social, tanto para o país como para a região.


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