O Presidente da República, Daniel Chapo, reafirmou publicamente que a condução do Diálogo Nacional Inclusivo não servirá de pretexto para qualquer alteração no calendário eleitoral de Moçambique. Em declarações recentes, o Chefe de Estado garantiu que as instituições estão empenhadas em cumprir escrupulosamente os prazos democráticos, dissipando receios de que o processo de auscultação pudesse prolongar o atual ciclo político.
Apesar do otimismo, Chapo reconheceu que a implementação das atividades sofreu constrangimentos logísticos devido à época chuvosa, que dificultou o acesso das brigadas técnicas a zonas recônditas. Atualmente, o processo ainda precisa de abranger 33 distritos para concluir a fase de recolha de propostas junto das comunidades.
Os aspetos centrais deste compromisso incluem:
Eficiência Calendarizada: O objetivo é concluir a sistematização das propostas até ao final de março, garantindo que o relatório final do diálogo seja entregue atempadamente.
Superação de Barreiras: As equipas de auscultação estão a intensificar os trabalhos nas regiões pendentes para recuperar o tempo perdido devido às intempéries.
Estabilidade Política: O Presidente sublinhou que este diálogo, iniciado em setembro de 2025, é fundamental para a reconciliação nacional e para o fortalecimento da confiança dos cidadãos nas instituições públicas.
Com esta garantia, o Governo procura assegurar tanto aos partidos da oposição quanto aos parceiros internacionais que a busca por consensos nacionais e o exercício do sufrágio universal são processos complementares e inegociáveis.
